terça-feira, 1 de novembro de 2016

Nos elos do amor que ainda perdura



Olho as estrelas, sorrio para o infinito
Recordo palavras, sorrisos, mágoas
Por vezes até penso que não existo
Que sou mar ondulando suas águas
.
Olho o luar que a noite faz crescer
Sentado naquele banco, em solidão
Imagino-te linda como o sol nascer
Imagino-te iluminar o meu coração
.
Ao sentir a humidade da noite escura
Dou um abraço no vento que passa
Nos elos do amor que ainda perdura
Me prendo nas amarras da tua graça
.

7 comentários:

  1. Como sempre, o nosso amigo Gil, enorme Poeta, gosta de nos presentear com belas pérolas. Adorei parabéns.

    Beijoos em ti

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  2. Olá. Chegar aqui e encontrar um poema desta categoria, deixa-me muito feliz. Já tinha saudades dos teus Poemas Gil António. Soberba inspiração a tua. Amei

    Beijo

    http://coisasdeumavida172.blogspot.pt/

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  3. Muito linda,Gil! abraços,chica, ótimo novembro!

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